A História do Portal Roots Reggae

A História do Portal Roots Reggae
A História do Portal Roots Reggae Existem sonhos que nascem para transformar vidas. Sonhos que atravessam fronteiras, unem pessoas e mantêm viva a cultura de um povo. Assim nasceu o Portal Roots Reggae, uma web rádio criada por quem sempre acreditou que o reggae é muito mais do que música: é identidade, resistência, amor e união. A história começa com Edivaldo Sousa, nascido em 27 de abril de 1980, na cidade de Timon, Maranhão. Desde cedo, o som envolvente do reggae roots jamaicano despertou uma paixão que cresceria ao longo dos anos. Entre discos, fitas, CDs e grandes clássicos, Edivaldo mergulhou na cultura jamaicana e alimentou um sonho: criar um espaço onde o verdadeiro reggae pudesse tocar sem limites, alcançando pessoas em qualquer lugar do mundo. Esse sonho tornou-se realidade no dia 20 de janeiro de 2010, quando, na cidade de São Paulo, capital, nasceu oficialmente a Portal Roots Reggae. Em uma época em que as web rádios ainda davam seus primeiros passos, surgiu um projeto inovador, criado para preservar a essência do reggae roots e divulgar as maiores obras da música jamaicana. Desde o primeiro dia de transmissão, a missão do Portal Roots Reggae foi clara: levar aos ouvintes uma programação de qualidade, reunindo clássicos inesquecíveis, raridades, grandes sucessos, versões exclusivas e as diversas vertentes que fizeram do reggae um dos estilos musicais mais respeitados do planeta. Durante dez anos, a rádio conquistou ouvintes em várias regiões do Brasil e do exterior. O nome Portal Roots Reggae passou a representar dedicação, autenticidade e respeito pela cultura reggae, tornando-se um ponto de encontro para milhares de apaixonados pelo som da Jamaica. Então chegou um novo capítulo dessa trajetória. No dia 09 de julho de 2020, o Portal Roots Reggae foi oficialmente transferida para São Luís do Maranhão, cidade reconhecida internacionalmente como a Capital Brasileira do Reggae. Essa mudança representou muito mais do que uma nova sede. Foi o encontro perfeito entre uma rádio criada para valorizar o reggae e uma cidade onde esse ritmo faz parte da cultura, da história e da vida do seu povo. A partir desse momento, a Portal Roots Reggae fortaleceu ainda mais sua identidade, aproximando-se das raízes do reggae maranhense e ampliando sua missão de preservar a tradição da música jamaicana. Cada programa passou a carregar a energia dos salões de reggae, das radiolas históricas, das festas populares e da paixão que faz de São Luís um dos maiores símbolos do reggae fora da Jamaica. Hoje, o Portal Roots Reggae é muito mais do que uma emissora online. É uma família formada por ouvintes espalhados pelo Maranhão, por todo o Brasil e por diversos países. Pessoas unidas pelo amor ao reggae, pela boa música e pelas mensagens de paz, igualdade, respeito e esperança que esse ritmo transmite há décadas. Sob a direção de Edivaldo Sousa, a rádio continua firme em seu propósito de levar aos ouvintes uma programação de excelência, mantendo viva a memória dos grandes artistas jamaicanos e revelando a riqueza das diversas vertentes do reggae. Reconhecida por seu público como uma das maiores e mais respeitadas web rádios dedicadas ao reggae, dentro e fora do estado do Maranhão, o Portal Roots Reggae segue escrevendo sua história todos os dias, com dedicação, autenticidade e amor pela música. Porque enquanto existir alguém disposto a ouvir um bom reggae, haverá uma transmissão no ar. Portal Roots Reggae Fundada em 20 de janeiro de 2010, em São Paulo. Transferida para São Luís do Maranhão em 09 de julho de 2020. Levando o verdadeiro reggae roots da Jamaica para o Maranhão, para o Brasil e para o mundo. Portal Roots Reggae — A frequência oficial dos amantes do verdadeiro reggae. site:https://portalrootsreggae.audiohd.com.br/ ouça a radio :https://www.radios.com.br/aovivo/portal-roots-reggae/63981 baixe o app :https://play.google.com/store/apps/details?id=com.org.portalrootsreggae&hl=pt_BR instagram:https://www.instagram.com/portalrootsreggae_/ tiktok:https://www.tiktok.com/@portalrootsreggae

A história de Carlos Augusto dos Santos, o Carlinhos Jah

A história de Carlos Augusto dos Santos, o Carlinhos Jah
CARLINHOS JAH — UMA VIDA DEDICADA AO REGGAE DE RADIOLA A história de Carlos Augusto dos Santos, o Carlinhos Jah A história do reggae de radiola em São Paulo também é marcada pela trajetória de homens que chegaram de longe carregando sonhos, coragem e muita vontade de vencer. Entre esses personagens está Carlos Augusto dos Santos, conhecido no mundo do reggae como Carlinhos Jah, um dos nomes ligados à realização de eventos de reggae de radiola em São Paulo e à história do Grupo União do Reggae. Sua história começa no Maranhão, no interior do estado, e atravessa décadas de dedicação à música, às radiolas e à cultura reggae. AS ORIGENS NO MARANHÃO Carlos Augusto dos Santos nasceu em 4 de setembro de 1966, no povoado de Salgado, município de Icatu, localizado na região Norte Maranhense, no Polo Munim. Foi nessa terra maranhense que Carlinhos cresceu, conhecendo desde cedo a realidade do interior e também a cultura musical que posteriormente faria parte de toda a sua vida. Naquela época, a realidade de muitos interiores do Maranhão era bastante diferente dos grandes centros urbanos. Em Salgado, segundo seu próprio relato, não existia energia elétrica. Os equipamentos movidos a bateria tinham uma importância enorme para quem queria ouvir música. Foi nesse ambiente que começou a nascer um sonho. Carlinhos queria trabalhar, conquistar suas coisas e, um dia, retornar ao seu lugar de origem para montar seu próprio negócio. O projeto era simples, mas cheio de significado: voltar para Salgado, montar uma radiola e colocar um bar para trabalhar e viver de seu próprio esforço. A PARTIDA PARA SÃO PAULO Em 1987, aos 23 anos de idade, Carlos Augusto decidiu partir para São Paulo. Ele deixou o Maranhão levando consigo não apenas a esperança de conseguir um emprego, mas também um sonho que começava a ganhar forma: trabalhar, juntar dinheiro, comprar seus equipamentos e posteriormente voltar para sua terra natal. Ao chegar a São Paulo, conseguiu um emprego e começou sua caminhada. O dinheiro que conseguia com seu trabalho não era apenas para sobreviver. Carlinhos já pensava no futuro. Ele começou a comprar equipamentos que pretendia levar para o Maranhão. Naquele período, aparelhos que funcionavam com bateria tinham grande importância para quem vivia em regiões onde ainda não havia energia elétrica. Entre os equipamentos adquiridos estavam aparelhos Delta, além de outros equipamentos de som. Ele também comprou tweeters, preparando pouco a pouco aquilo que futuramente seria o início de sua própria radiola. O SONHO DE UMA RADIOLA Carlinhos permaneceu alguns anos em São Paulo trabalhando e juntando seus equipamentos. A intenção inicial era retornar ao Maranhão depois de aproximadamente três ou quatro anos para montar seu som e colocar em funcionamento o projeto de seu bar em Salgado. Mas o destino acabou tomando outro caminho. Um episódio curioso também fez parte do começo da história da sua radiola. Carlinhos criava um passarinho curió. Em determinado momento, ele acabou trocando o passarinho por três tweeters. Pode parecer apenas uma pequena história, mas aquele episódio representa muito do espírito daquela época: cada equipamento conquistado tinha valor e fazia parte da construção de um sonho maior. Aos poucos, Carlinhos foi comprando outros aparelhos. Um equipamento aqui, outro ali. E assim, peça por peça, começou a nascer aquilo que mais tarde seria conhecida como a Radiola Musical Jah. O sonho que inicialmente seria levado de volta para o Maranhão começava a ganhar raízes em São Paulo. 1992 — O ENCONTRO QUE MUDARIA A HISTÓRIA O ano de 1992 foi decisivo. Foi quando Carlinhos Jah encontrou dois irmãos que também estavam ligados ao movimento do reggae: Walber Toch e Ruy Marley. Nesse período também estava presente o saudoso Mustach, proprietário da Micro System Mustach, que mantinha uma parceria com Orlando. Segundo o relato de Carlinhos, eles começaram a tocar no Jurandir, na Rua da Ananéris. Depois de aproximadamente um mês, Carlinhos entrou em contato com eles. A partir daquele encontro, novos caminhos começaram a ser construídos. O grupo foi para a Rua dos Estudantes, onde começou uma nova fase da história. Foi nesse momento que Carlinhos passou a trabalhar com sua radiola, a Musical Jah, enquanto a Black Lion estava ligada a Walber Toch, Ruy Marley e Ras Afonso. Ao mesmo tempo, Mustach seguia com sua estrutura e com o saudoso Orlando. Era o início de uma união de pessoas que tinham em comum uma paixão: o reggae de radiola. O NASCIMENTO DA UNIÃO DO REGGAE Com o crescimento das atividades, novas pessoas começaram a participar daquele movimento. Entre os nomes que surgiram nesse período estava o DJ Pechoto, além de outras pessoas que passaram a trabalhar junto com o grupo. Foi dessa união de forças, radiolas, DJs, colaboradores e amantes do reggae que surgiu o que posteriormente ficou conhecido como o Grupo União do Reggae. A União do Reggae não nasceu simplesmente como um nome. Ela representava uma união de pessoas que acreditavam na força do reggae de radiola e queriam levar essa cultura para o público que vivia em São Paulo. Carlinhos Jah passou a fazer parte dessa história de maneira cada vez mais importante. A LOGOMARCA DA UNIÃO DO REGGAE A identidade da União do Reggae também ganhou sua própria representação. Segundo o relato de Carlinhos, a logo da União do Reggae foi criada pelo cantor Dub Brown, cujo nome verdadeiro é José Ribamar Lobato. Dub Brown é conhecido como um dos grandes nomes do reggae maranhense, cantor e compositor ligado à cultura reggae do Maranhão e às radiolas. A criação da logo ajudou a consolidar visualmente o nome União do Reggae, que começava a ganhar espaço entre os amantes do reggae de radiola. O REGGAE DE SÃO LUÍS CHEGA A SÃO PAULO Nos primeiros anos, a União do Reggae trabalhava principalmente com suas próprias radiolas em São Paulo. Carlinhos e seus parceiros também começaram a trazer DJs do Maranhão para participações nos eventos. Era uma maneira de aproximar São Paulo da cultura reggae que vinha de São Luís e de outras regiões do Maranhão. Com o passar do tempo, porém, o projeto cresceu. A União do Reggae começou a trazer para São Paulo não apenas DJs, mas também grandes radiolas de São Luís do Maranhão. Esse foi um momento muito importante. A PRIMEIRA GRANDE RADIOLA DE SÃO LUÍS EM SÃO PAULO Entre as radiolas que marcaram essa fase está a Estrela do Som, de propriedade de Ferreinha. Segundo Carlinhos Jah, a Estrela do Som foi a primeira radiola de São Luís a ser levada para São Paulo dentro desse movimento. Naquele período, a União do Reggae já estava realizando suas atividades na Avenida Rio Branco, no centro de São Paulo. A chegada das grandes radiolas maranhenses representava muito mais do que a realização de festas. Era o encontro de duas realidades: o Maranhão, berço de uma forte cultura de reggae de radiola, e São Paulo, uma das maiores cidades do Brasil. Através desses eventos, os maranhenses que viviam em São Paulo podiam reencontrar um pouco da cultura e das emoções que haviam deixado para trás. E o público paulista também começava a conhecer mais de perto a força das radiolas maranhenses. UMA FASE DE GRANDES TRANSFORMAÇÕES Como acontece em toda trajetória, a União do Reggae também enfrentou mudanças. O tempo passou e alguns dos seus principais integrantes seguiram caminhos diferentes. O saudoso Mustach faleceu, deixando uma lacuna importante na história do grupo e do reggae de radiola. Walber Toch decidiu deixar o grupo União do Reggae e retornou para o Maranhão. Ruy Marley também não teve interesse em continuar no grupo. A formação que havia ajudado a construir aquela história começou então a se transformar. Mas Carlinhos Jah decidiu continuar. A PARCERIA COM MARCÃO Depois dessa fase, Carlinhos passou a ter uma sociedade durante determinado período com Marcão, que também se tornou parte importante dessa caminhada. A parceria fez parte de uma nova etapa da União do Reggae e dos trabalhos realizados em São Paulo. Infelizmente, mais uma vez a vida trouxe uma perda. Marcão faleceu em 3 de julho de 2022. Sua partida marcou profundamente essa trajetória. Depois disso, Carlinhos passou a seguir seu caminho contando principalmente com colaboradores e apoiadores do Grupo União do Reggae. CARLINHOS JAH SEGUE NA ESTRADA Mesmo diante das mudanças, das perdas e da saída de antigos parceiros, Carlinhos Jah não abandonou o reggae. Ao longo dos anos, ele construiu seu próprio público. A Radiola Musical Jah, que começou de maneira simples, com equipamentos comprados pouco a pouco através do trabalho de Carlinhos, tornou-se uma referência de sua própria trajetória. Aquele sonho que começou ainda no Maranhão continuou vivo. A diferença é que Carlinhos não voltou simplesmente para montar uma radiola em Salgado. Ele acabou construindo uma história dentro do próprio movimento de reggae de radiola em São Paulo. MUSICAL JAH — UMA RADIOLA CONSTRUÍDA COM SONHO E SACRIFÍCIO A Musical Jah representa muito mais do que um conjunto de caixas e equipamentos de som. Ela é o resultado de décadas de dedicação. Começou quando Carlinhos ainda pensava em retornar ao Maranhão. Começou com equipamentos comprados com o dinheiro de seu trabalho. Começou com aparelhos que funcionavam a bateria. Começou com tweeters. Começou até mesmo com a troca de um curió por três tweeters. Cada equipamento adquirido representava um passo. Cada evento representava uma conquista. E cada pessoa que passou por sua caminhada ajudou, de alguma maneira, a construir essa história. A UNIÃO DO REGGAE E A MEMÓRIA DO REGGAE MARANHENSE EM SÃO PAULO A história de Carlinhos Jah se confunde com uma parte importante da presença do reggae maranhense em São Paulo. Durante anos, a União do Reggae ajudou a criar uma ponte entre o público maranhense que vivia na capital paulista e a cultura das grandes radiolas de São Luís. DJs, radiolas, cantores, produtores, colaboradores e amantes do reggae fizeram parte dessa caminhada. Os eventos reuniam pessoas que queriam ouvir aquelas pedras de reggae que marcaram gerações. Para muitos maranhenses que estavam longe de casa, uma festa de radiola em São Paulo era também uma maneira de matar a saudade do Maranhão. Era ouvir o som das radiolas. Era reencontrar amigos. Era dançar. Era lembrar das festas, dos clubes e dos points de reggae da terra natal. UM SONHO QUE COMEÇOU NO INTERIOR DO MARANHÃO Quando olhamos para toda essa trajetória, podemos perceber que tudo começou com um jovem de 23 anos, nascido em Salgado, Icatu, que em 1987 saiu do Maranhão para tentar a vida em São Paulo. Ele tinha um sonho. Trabalhar. Juntar dinheiro. Comprar seus equipamentos. Voltar para Salgado. Montar uma radiola. Colocar um bar. E construir sua própria vida. Mas a história tomou outro rumo. O jovem que saiu do interior do Maranhão acabou se tornando Carlinhos Jah, nome conhecido entre aqueles que acompanham o reggae de radiola em São Paulo. CARLINHOS JAH — UMA HISTÓRIA QUE CONTINUA Hoje, Carlinhos Jah continua sua caminhada. Quando não está trazendo radiolas de São Luís para São Paulo, segue realizando seus trabalhos com sua própria Radiola Musical Jah. Ao longo de tantos anos, conquistou um público fiel que acompanha sua trajetória. A União do Reggae também continua fazendo parte de sua história, agora com a participação de colaboradores e apoiadores. A caminhada mudou. Muitas pessoas que começaram ao seu lado já não estão presentes. Alguns retornaram ao Maranhão. Outros seguiram novos caminhos. E alguns partiram para sempre. Mas a paixão pelo reggae permaneceu. UMA VIDA, UMA RADIOLA E UMA HISTÓRIA A história de Carlos Augusto dos Santos, o Carlinhos Jah, é a história de um homem que saiu do interior do Maranhão carregando um sonho e acabou ajudando a construir uma parte da história do reggae de radiola em São Paulo. É uma história de trabalho. De amizade. De parceria. De perdas. De recomeços. E, acima de tudo, de amor pelo reggae. Da pequena realidade de Salgado, município de Icatu, onde não havia energia elétrica e os equipamentos dependiam de bateria, nasceu o sonho. Em 1987, esse sonho atravessou o Brasil e chegou a São Paulo. Em 1992, novos encontros transformaram sua trajetória. Vieram Walber Toch, Ruy Marley, Mustach, Orlando, Ras Afonso, DJ Pechoto e tantos outros nomes. Nasceu a União do Reggae. Vieram os DJs. Vieram as grandes radiolas de São Luís. E veio a Estrela do Som, de Ferreinha, marcando a chegada de uma grande radiola maranhense a São Paulo. Depois vieram as mudanças, as perdas e os recomeços. Mas Carlinhos Jah permaneceu. E a Musical Jah continua tocando. Porque algumas histórias não terminam. Elas continuam sendo contadas através da música. E enquanto uma radiola estiver ligada, enquanto uma pedra de reggae estiver tocando e enquanto houver alguém disposto a preservar essa cultura, a história de Carlinhos Jah e da União do Reggae continuará viva. CARLINHOS JAH — UM MARANHENSE QUE LEVOU O SONHO DA RADIOLA DO INTERIOR DO MARANHÃO PARA SÃO PAULO E AJUDOU A MANTER VIVA A CULTURA DO REGGAE DE RADIOLA LONGE DA TERRA NATAL

sábado, 27 de janeiro de 2018

VENHA GRAVAR SUA MUSICA COM QUALIDADE

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HISTORIA DO DJ ANTONIO JOSE

Antônio José Pinheiro da Silva, 26 anos era o casula dos homem de uma família de mais de 30 irmãos, sendo que destes somente 8 eram legítimos. Nasceu em Ariquipá, povoado de Bequimão, no anterior do Estado, filho de Marinaldo Rodrigues Silva e Maria José Pinheiro. Veio para São Luís aos 9 anos, para estudar, vencer na vida e poder ajudar a sua família de origem muito humilde. Em São Luís, Antônio José conheceu Tony Tavares, amigo da família e de quem futuramente se tornaria o melhor amigo. Logo começou a trabalhar com Tony, em uma oficina de eletrônica aos 13 anos, fazendo pequenos serviços. Sempre muito interessado aprender a mexer com som, passou a companhar o amigo ás festas no Quilombo, onde Tony Tavares era D´j. Lá iniciou limpando caixas de som, os equipamentos e todos os sábados desmontava e radiola, para ver se havia algum defeito, e com isso aprendendo todas as “manhas”. Com a saída do Tony Tavares do Quilombo, Antônio José assumiu o lugar deixado por ele, e de uma forma surpreendente conseguiu manter–se por muito tempo e com muito sucesso, até que desentendeu-se com a diretoria e saiu. Ferrerinha, que já conhecia o trabalho se Antônio José, convidou para trabalhar no Espaço Aberto, numa radiola chamada ESTRELA DO SOM. ANTÔNIO JOSÉ, DJ DA ESTRELA DO SOM - SOFREU UM ACIDENTE AUTOMOBILISTICO NO DIA 16 DE SETEMBRO DE 1996, causando a sua morte. ANTÔNIO JOSE FOI CHAMADO “DJ THE NUMBER ONE” O DJ DE TODOS OS TEMPO – COM SUA ESTRELA AGORA ESTA NO CEÚ, BRILHANDO PARA OS REGUEIRO AQUI NA TERRA – MARANHÃO – JAMAICA BRASILEIRA.

A Banda Milagre Roots

A Banda Milagre Roots é um grupo formado na cidade de São Luís -MA, com um ano de existencia, o ministério é formado por Kassio Gomes, Lucas Fernandes, Gilson Moraes , compartilhando dos mesmos objetivos e principalmente com a permissão de Deus, aceitaram o chamado e decidiram formar a Banda Milagre Roots, e desde então atuam no cenário musical, ministrando a palavra de Deus em diversos lugares.
Mesmo com muitas dificuldades, o ministério segue firme na missão que lhe foi dada que é de propagar a palavra de amor e salvação do Senhor Jesus. As lutas servem como estímulo para o objetivo final, porque Deus é fiel e Nele somos mais que vencedores. " Tudo quanto tem fôlego louve ao SENHOR. Louvai ao SENHOR" Salmos: 150.6
Formação
Voz e Guitarra: Kassio Gomes
Bateria: Lucas Fernandes
Baixo: Gilson Moraes
Contato:(98)98701-6188
                            Email:contatomilagreroots@gmail.com(Kassio Gomes)

SÃO LUÍS GANHA PRIMEIRO MUSEU DO REGGAE FORA DA JAMAICA.

São Luis ganhará o primeiro Museu do Reggae Fora da Jamaica SÃO LUÍS - O primeiro museu temático de reggae fora da Jamaica abre suas portas nesta quinta-feira (18), a partir das 18h, no Centro Histórico de São Luís. A nova casa de cultura é a realização de um sonho antigo dos regueiros, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo A massa regueira e admiradores das radiolas de reggae terão a oportunidade de contemplar aparelhos musicais do passado e de conhecer em detalhes os objetos que retratam a história deste estilo musical e de vida do Maranhão à Jamaica Brasileira.Anovidade começa a se concentrar hoje 18/01/2018 Após o descerramento da placa de inauguração, o público poderá conhecer os cinco ambientes do Museu do Reggae Maranhão. Um dos ambientes será a sala dos Imortais, destinado aos grandes nomes do reggae maranhense que já morreram. Os outros quatro espaços homenagearão tradicionais clubes de reggae da cidade: Clube Pop Som, Clube Toque de Amor, Clube União do BF e Clube Espaço Aberto. O Museu do Reggae Maranhão permitirá que seus frequentadores sejam transportados para uma festa em um clube de reggae em um de seus ambientes, além de despertar a paixão pelo ritmo que denomina São Luís como a Jamaica brasileira, já que a cidade é considerada o maior polo de cultura reggae fora da Jamaica.